quarta-feira, 15 de maio de 2013

Ingressos para o Panzer Fest + CD do Woslom

Panzer Fest

Promoção valendo 1 par de ingressos para o Panzer Fest +  um CD novo do Woslom!

Boa sorte, nos vemos lá!

Conheça as bandas que irão tocar no Panzer Fest!

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Mulheres no Black Metal Brasileiro

Mulheres no black metal brasileiro

As mulheres conseguiram conquistar seu espaço nos mais diversos sub-gêneros do Heavy Metal, inclusive nos mais obscuros e extremos, como o Black Metal.

Muito pouco fala-se de Black Metal e quando se fala, é sempre dando ênfase na cena norueguesa e deixando outras ótimas bandas cair no esquecimento.

O Brasil teve uma cena muto forte no estilo, principalmente no final dos anos 90 e muitas das bandas dessa época ainda estão na ativa.

Diferente do que muitas pessoas pensam, nem todas as bandas de Black Metal tem letras com temática Satanista e Luciferiana, muitas optam por tratar de outras religiões, pouco conhecidas.

Fiz uma pequena lista de bandas brasileiras que contém mulheres na formação e que também cantam em português.

LUXÚRIA DE LILITH

Luxúria de Lilith - mulher black metal
O Luxúria de Lilith é uma banda de Goiânia/GO, que surgiu em 1994 e tem na formação Larakna (Guitarra e vocal), Megaira (guitarra) e Arkana (baixo).


Conheça mais sobre o Luxúria de Lilith







MIASTHENIA

Miasthenia - mulher black metal
O Miasthenia é uma banda de Pagan Metal de Brasília/DF que tem nos vocais e teclados a Hécate.
O Miasthenia surgiu em 1994 e a temática lírica gira em torno das religiões incas.
A banda encontra-se em estúdio gravando o próximo álbum.

Conheça mais sobre o Miasthenia




OCULTAN

Ocultan - mulher black metal
O Ocultan é uma banda paulista de Black Metal que surgiu em 1994 e tem como guitarrista Lady Of Blood.
As letras do Ocultan pairam em torno da temática de cultos afro-brasileiros denominada Quimbanda.

Conheça mais sobre o Ocultan



HECATE

Hecate - mulher black metal
O Hecate surgiu em 1995 em Fortaleza, Ceará e tem como guitarrista a Pagan Priestess.







Conhece mais alguma banda brasileira do estilo que tenha uma mulher? Deixe nos comentários! ;)

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Dynahead - Chordata I

Dynahead - Chordata I

Em um mercado onde cada dia mais os artistas preferem se basear na repetição, seguindo as últimas tendências ou não abandonando o tradicional, adotar o caminho inverso e explorar novas e diversas direções requer ousadia e criatividade.

Após o "Youniverse", lançado em 2011, álbum conceitual que trata da origem do universo segundo a Cosmologia, os brasilienses do Dynahead lançam agora "Chordata I".  Mais uma obra conceitual, dividida em duas partes, que aborda o surgimento da vida de acordo com a Biologia.

A criação da arte gráfica ficou a cargo de Chris Panatier, um artista americano que utiliza de nanquim e aquarela, conseguindo um resultado belíssimo e que foge dos arquétipos das capas de álbuns das bandas de Heavy Metal.

Rotular a música do Dynahead não é uma tarefa fácil e diria que até desnecessária. Dynahead é uma mistura de gêneros, formas, sensações e sentimentos. Esperar que o som deles soe de uma forma pré-definida, X ou Y, é um erro.  E é justamente o não conseguir prever qual será o desenrolar de cada canção que torna o trabalho da banda ainda mais envolvente.

"Chordata I" é um emaranhado de influências, cadências e ritmos. Tem seus momentos rápidos e pesados, mas também os melódicos, onde o vocalista Caio Duarte (que também gravou a bateria) explora os vocais limpos bem mais do que nos outros álbuns.

Difícil destacar faixas de um trabalho que você vem ouvindo há tempos e já se apegou a todas elas, ainda mais num álbum tão diversificado. Mas podemos ressaltar a "Abiogenesis", que  abre o álbum de forma calma, mas logo acelera, as pesadas "Bred Patterns" e "Collective Skin", a belíssima (e minha preferida) "Growing In Veins" e "Hallowed Engine", uma canção sinuosa que passeia pelo Doom e Thrash Metal, tem suas partes melódicas e nos surpreende com um samba (!).

Dynahead é tudo isso. Diversidade e complexidade. 
Uma viagem onde, para embarcar, você tem de estar despido de qualquer pré-conceito e deixar ser levado para lugares nunca explorados.

A banda fez lyric videos para todas as músicas do álbum. Inusitados, alguns chocantes e outros engraçados, o trabalho audiovisual serve como complemento ao conceito da obra que terá sua segunda parte lançada em março de 2014.

Você pode adquirir o "Chordata I" e baixar os outros CD'S do Dynahead clicando aqui

Formação:
Caio Duarte - Vocal (bateria / teclado)
Diogo Mafra - Guitarra
Pablo Vilela - Guitarra
Diego Teixeira - Baixo

Dynahead - Chordata I

Abiogenesis
Bred Patterns
Collective Skin
Dawn Mirrored in Me
Echoes of the Waves
Foster
Growing in Veins
Hallowed Engine
Inevitable

Site Oficial |  FanPage



Dynahead - Chordata I
Dynahead - Antigen, Youniverse e Chordata
Minha pequena coleção ;)
Dynahead - Antigen
Camiseta cinza...Quem não tem uma? ;)

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Mulheres no Metal

Mulheres no Heavy Metal








A importância das mulheres no mundo do Heavy Metal é indiscutível. Tocando, cantando, e/ou produzindo elas conseguiram conquistar o seu espaço.

Nesse pequeno documentário você poderá conhecer um pouco da história do Heavy Metal brasileiro, com as mulheres que nas décadas de 80 e 90 montaram suas bandas e mostraram ao país que o "sexo frágil" entende sim de música pesada.

Feito em parceria com a Associação Imagem Comunitária, "Mulheres no Metal" trás, mesmo que de forma enxuta, um apanhado de depoimentos de parte das mulheres que marcaram a história. ValHalla, Miasthenia, Flammea dentre outras.

Uma iniciativa louvável e espero que sirva de exemplo e incentivo para que outros projetos tão interessantes quanto surjam.




segunda-feira, 8 de abril de 2013

Accept - São Paulo - 06/04/2013 - Carioca Club

Show do Accept em S]ao Paulo, 2013

Sabe aquela tristeza que bate quando você sabe que vai perder um show de uma banda querida? Eu estava imersa nessa tristeza, pois sabia que ia perder o show do Accept. Até que dona Lady Cadaverius, do blog Make Up For Girls Of Rock N’ Roll me deu de presente ingressos para o show, já que ela não poderia ir. Imagina a minha felicidade? =D
Show do Accept em S]ao Paulo, 2013
Quase não consegui chegar ao show devido à paralisação das linhas de trem em São Paulo e o enorme congestionamento que se formou no meu bairro e arredores devido a isso. O trajeto que eu levaria 50 minutos foi feito em 3 horas. Seria azar demais ganhar o ingresso e não conseguir ir, né?

Deixo aqui registrado o quão tranquila foi a entrada. A produtora responsável, 8x8 Live, utiliza de leitores ópticos para validar o código de barras dos ingressos. Mesmo com a fila dobrando o quarteirão, eu consegui entrar na casa em 10 minutos. Fica a dica para as produtoras que fazem o público pegar duas filas: Uma para trocar ingressos e outra para entrar na casa.

Houve uma mudança de local dias antes do show, da casa A Seringueira para o Carioca Club, que anda recebendo diversas bandas de música pesada e creio que a escolha do novo local calhou bem. O Carioca Club ficou lindamente cheio!

Com cerca de meia hora de atraso, começava a realização de um sonho: Assistir um show do Accept. Quem não gosta de ver bandas que ajudaram a escrever a história do Heavy Metal, não é verdade?

No Brasil pela segunda vez, agora divulgando o novo álbum "Stalingrad", o Accept fez um show digno de ser chamado de "aula". Alegres e fazendo o público cantar e pular a todo tempo. Wolf Hoffmann é um dos guitarristas mais felizes que eu já vi em ação. E o vocalista Mark Tornillo

Com um setlist equilibrado, mesclando novas canções (que o público mostrou conhecer bem) e os clássicos que consagraram a banda, dali da pista, no meio da muvuca, do suor escorrendo, dos olhos com lágrimas que vi em alguns e dos sorrisos cheios de satisfação dava pra sentir bem o quanto valeu a pena ter ido assistir os alemães. Pude ver vários amigos se abraçando, pulando junto, banhando-se em cerveja e felicidade. Ficando roucos a cada coro. A cada refrão de "Princess of the Dawn" ou "Fast as a Shark".

Voltaram para um bis ainda mais energizante: "MetalHeart", "Teutonic Terror" e "Balls to the Wall". Impossível ficar parado. Aliás, quem estava na pista com aquele mar de gente pulando de forma ensandecida, deve ter sentido bem o chão de madeira do Carioca Club oscilar.

Porque show bom é aquele que descabela. Que faz a maquiagem derreter. Que deixa o pescoço doendo pelos próximos 3 dias e  um zuuummm nos ouvidos.

Accept – 06/04/2013 – Carioca Club – São Paulo/SP
Hung, Drawn and Quartered
Hellfire
Restless and Wild
Losers and Winners
Stalingrad
Breaker
Bucket Full of Hate
Monsterman
Shadow Soldiers
Neon Nights
Bulletproof
Aiming High
Princess of the Dawn
Up to the Limit
No Shelter
Pandemic
Fast as a Shark

Metal Heart
Teutonic Terror
Balls to the Wall

Accept:
Mark Tornillo (vocal)
Wolf Hoffmann (guitarra)
Herman Frank (guitarra) 
Peter Baltes (baixo) 
Stefan Schwarzmann (bateria)

Texto por Iza Rodrigues | Fotos  por Henrique Pimentel

Show do Accept em S]ao Paulo, 2013
Show do Accept em S]ao Paulo, 2013



Show do Accept em S]ao Paulo, 2013


Show do Accept em S]ao Paulo, 2013


Show do Accept em S]ao Paulo, 2013
Show do Accept em São Paulo, 2013

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